quinta-feira, 31 de maio de 2012
FINALMENTE UMA EXPLICAÇÃO QUE EU PERCEBI
http://www.youtube.com/watch?v=AyxTSI1q1XU&feature=player_embedded
sexta-feira, 18 de maio de 2012
A CULPA NUNCA MORRE SOLTEIRA...
Esta semana dei aqui conta da minha estranheza sobre anunciada passagem a prisão domiciliária de Duarte Lima e da minha estranheza por esta premiar alguém com acusações tão graves. Hoje tivemos a resposta. Este prémio da lotaria judicial foi devido ao doutor Lima ter entregue de mão beijada uma rede de evasão fiscal e de lavagem de dinheiro de que ele se serviu e conhecia bem assim como muita gente dita "importante" na praça financeira e política deste país.
Aconselho a leitura do Público em
http://www.publico.pt/Sociedade/desmantelada-rede-responsavel-por-fraude-milionaria--1546602
Agora só me resta saber quando e se a nossa justiça vai actuar e quem vai buscar o dinheiro que foi foi roubado. Se realmente foi para o BPN de Cabo Verde, onde dominava o "puro" Dias Loureiro, já lá não deve estar nem este ex-político/financeiro que nos roubou nem o dinheiro.
Aconselho a leitura do Público em
http://www.publico.pt/Sociedade/desmantelada-rede-responsavel-por-fraude-milionaria--1546602
Agora só me resta saber quando e se a nossa justiça vai actuar e quem vai buscar o dinheiro que foi foi roubado. Se realmente foi para o BPN de Cabo Verde, onde dominava o "puro" Dias Loureiro, já lá não deve estar nem este ex-político/financeiro que nos roubou nem o dinheiro.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
SE FOSSE EU, JÁ ESTARIA EM TIRES OU SANTA CRUZ DO BISPO
Está a ser estudada a viabilidade de mandar o Duarte Lima para casa com pulseira electrónica. Acusado de uma tremenda fraude pelos portugueses e dado como possível homicida no Brasil, como se compreende esta hipótese posta pelos nossos juízes? Por muito menos há gente presa há anos. Será que o gajo come tão bem que o nosso Governo já não tem dinheiro para o manter em clasura? Que triste figura fazem os juízes deste país!
terça-feira, 15 de maio de 2012
SERÁ QUE EU SOU PORTUGUESA?
O deputado do PSD Miguel Frasquilho disse nesta segunda-feira, em Felgueiras, que “os portugueses percebem o caminho que está a ser trilhado pelo Governo e que não havia outra alternativa”.
Se este senhor está falar pelos Portugueses todos, enganou-se. Por mim não fala.
SOU PORTUGUESA MAS NÃO PERCEBO NADA DO CAMINHO QUE ESTÁ A SER TRILHADO PELO GOVERNO.
É que sou reformada, o meu marido também, temos uma filha desempregada, outra à espera de ver o que vai acontecer com ela, uma neta recém-formada mas já na emigração e outra que acaba o curso para o ano e lhe vai seguir os passos (não os do Coelho mas os da expatriação).
Os deputados se não têm mais que dizer, deveriam era estar calados. Ou melhor, trocarem os seus ordenados e regalias com quem realmente delas precisa. Já lhes ficava bem ter alguma vergonha!
SOU PORTUGUESA MAS NÃO PERCEBO NADA DO CAMINHO QUE ESTÁ A SER TRILHADO PELO GOVERNO.
É que sou reformada, o meu marido também, temos uma filha desempregada, outra à espera de ver o que vai acontecer com ela, uma neta recém-formada mas já na emigração e outra que acaba o curso para o ano e lhe vai seguir os passos (não os do Coelho mas os da expatriação).
Os deputados se não têm mais que dizer, deveriam era estar calados. Ou melhor, trocarem os seus ordenados e regalias com quem realmente delas precisa. Já lhes ficava bem ter alguma vergonha!
quinta-feira, 10 de maio de 2012
É BEM VERDADE! SERÁ QUE O PPC NÃO COMPREENDE?
'Por qué no te callas?'
por ANDRÉ MACEDO Hoje
Em Espanha costuma dizer-se que o príncipe Felipe tem
a inteligência do pai e a simpatia da mãe. Não há espanhol que não apanhe logo
a ironia. Aqui ao nosso lado, há esse bom hábito de falar para os espanhóis
perceberem. Talvez o facto de terem Rei e não Presidente favoreça este ambiente
em que os elogios ou os ataques não precisem de legenda para serem entendidos
por todos, mesmo quando embrulhados na mais fina ironia para amortecer o
embate.Até um tipo como Mariano Rajoy, que em Espanha é
considerado um dos políticos menos excitantes de todos os tempos, seria capaz
de arrebatar corações e as mentes da nação portuguesa. Ontem, no Porto, isso
ficou claro. Não falou como falam as misses universo. Não falou como falam os
políticos. Logo depois de Passos Coelho resumir a cimeira ibérica com leves
referências ao contexto europeu, Rajoy atirou-se à cabeça do touro. Corte na
despesa pública, sim. Redução da dívida pública, pois claro. Preocupação com o
crescimento? É evidente que sim, hombre, por mil demónios! A introdução de satã
na exclamação é da minha lavra, mas é sabido que Merkel tem fugido como diabo
da cruz dessa palavra. Daí a importância do que ontem sublinhou Rajoy.
No fundo, não há uma só cabeça lúcida que possa
contestar que a montanha de dívida pública e privada tapou as artérias da
economia europeia, em especial da nossa. Reduzir este problema, emagrecer o
Estado, limpar os bancos, redimensionar as empresas - tudo isso é essencial
para reiniciar um ciclo de prosperidade mais equilibrado. Mas embora isto seja
evidente, a verdade é que demasiados governos, a convite da rigidez alemã,
decidiram enfiar goela abaixo o frasco inteiro de óleo de fígado de bacalhau.
Tudo de penálti.
Como antes Sócrates e Zapatero só adivinhavam virtudes
na dívida e no alargamento da cintura do Estado, Merkel e os seus discípulos
decidiram que só o contrário é aceitável. Não é: calibrar o martelo da
austeridade para não esmagar a economia era o que se pedia. Embora convenha aos
governos dizer que só há dois caminhos - despesismo ou austeridade - e apesar
de se compreender que não seja fácil encontrar a medida certa, a espiral
recessiva em que nos encontramos já é em parte (a mais modesta) da
responsabilidade dos zelotas orçamentais.
Chegou o momento de torcer o braço à chanceler alemã.
Mais tempo para reduzir o défice, mais inflação na Alemanha (salários mais
altos), juros ainda mais reduzidos e, a prazo, obrigações europeias em certas
condições. Sem discutir estes novos termos do contrato europeu - falar é um
incentivo - , vamos ter mais grécias por aí e menos Europa por aqui. Como um
dia disse Juan Carlos, num parêntesis de lucidez, por qué no te callas, Angela?
Apesar da brutalidade, talvez com esse recato e um pouco de flexibilidade, os
extremos - cabeludos e rapados - percam a esperança de ver a Europa a arder.
Não seria nem simpático nem inteligente. Seria uma real asneira
sábado, 5 de maio de 2012
SERÁ QUE É DESTA VEZ QUE A "FESTA" VAI COMEÇAR A ACABAR?
O Automóvel Club de Portugal (ACP),
liderado por Carlos Barbosa, entregou ontem uma participação criminal inédita
no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa contra Mário
Lino, Paulo Campos e António Mendonça, responsáveis das Obras Públicas dos dois
últimos governos do PS. Com a apresentação desta queixa, preparada pela
advogada Fátima de Oliveira Esteves, o DIAP de Lisboa, dirigido pela
procuradora-geral adjunta Maria José Morgado, vai abrir um inquérito para
apurar as eventuais responsabilidades dos ex-governantes socialistas na prática
do crime de gestão danosa. É a primeira vez que a sociedade civil tenta
responsabilizar titulares de cargos políticos pelas suas decisões.(…)
in
sexta-feira, 20 de abril de 2012
O PORTO DE LEIXÕES E MATOSINHOS DE LUTO
Matos Fernandes, presidente da Administração dos Portos do Douro e Leixões, apresentou a sua demissão em carta enviada ao ministro da Economia.
“Fecha-se um ciclo de ouro de década e meio no Porto de Leixões, e espero que se abra outro de ouro e não de ferrugem.” Foi assim que o presidente da Comunidade Portuária de Leixões reagiu, em declarações ao Negócios, à demissão de Matos Fernandes da Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL), numa carta enviada ao ministro da Economia, Álvaro Pereira.
Vieira dos Santos, que soube da decisão de Matos Fernandes “ontem à noite”, confirmou que o gestor portuário “tinha tomado a decisão de renunciar ao mandato”. Uma decisão “pessoal e que é de lamentar”, sublinhou.
A indefinição do Governo em torno do modelo de gestão dos portos, sabendo-se da intenção do Executivo de fundir as administrações portuárias, deverá estar na base da apresentação da demissão. O Negócios tentou, sem sucesso, falar com Matos Fernandes.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=552287
Após décadas de prejuízo e de quase abandono pelo tráfico internacional, o porto de leixões, debaixo da exemplar Administração de Matos Fernandes tornou-se uma empresa sustentável e de orgulho para o país. Talvez por isso mesmo as administrações dos outros portos, incapazes de lhe seguirem os passos, e o Governo Central, perfeitamente ignorante do que é uma gestão portuária, tenham começado a achar que a junção de todos os portos fosse uma solução. Vivendo á custa de Leixões tememos que o que vá acontecer a este porto, sem Matos Fernandes e uma política adequada, seja cair no fosso em que estão os restantes portos.
Mais uma vez se abandonam os bons modelos que ainda existem neste país por incapacidade e facilitismo de quem nos governa. Esperemos para ver...
“Fecha-se um ciclo de ouro de década e meio no Porto de Leixões, e espero que se abra outro de ouro e não de ferrugem.” Foi assim que o presidente da Comunidade Portuária de Leixões reagiu, em declarações ao Negócios, à demissão de Matos Fernandes da Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL), numa carta enviada ao ministro da Economia, Álvaro Pereira.
Vieira dos Santos, que soube da decisão de Matos Fernandes “ontem à noite”, confirmou que o gestor portuário “tinha tomado a decisão de renunciar ao mandato”. Uma decisão “pessoal e que é de lamentar”, sublinhou.
A indefinição do Governo em torno do modelo de gestão dos portos, sabendo-se da intenção do Executivo de fundir as administrações portuárias, deverá estar na base da apresentação da demissão. O Negócios tentou, sem sucesso, falar com Matos Fernandes.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=552287
Após décadas de prejuízo e de quase abandono pelo tráfico internacional, o porto de leixões, debaixo da exemplar Administração de Matos Fernandes tornou-se uma empresa sustentável e de orgulho para o país. Talvez por isso mesmo as administrações dos outros portos, incapazes de lhe seguirem os passos, e o Governo Central, perfeitamente ignorante do que é uma gestão portuária, tenham começado a achar que a junção de todos os portos fosse uma solução. Vivendo á custa de Leixões tememos que o que vá acontecer a este porto, sem Matos Fernandes e uma política adequada, seja cair no fosso em que estão os restantes portos.
Mais uma vez se abandonam os bons modelos que ainda existem neste país por incapacidade e facilitismo de quem nos governa. Esperemos para ver...
quinta-feira, 19 de abril de 2012
UM POUCO DE HUMOR NESTA DESGRAÇA GLOBAL
Paris-Telheiras - Crónica de João Quadros no Jornal de Negócios de 2012-04-05
"Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) demonstram que o Pingo Doce (da Jerónimo Martins) e o Modelo Continente (do grupo Sonae) estão entre os maiores importadores portugueses."
Porque é que estes dados não me causam admiração? Talvez porque, esta semana, tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco. Uma ONU do ultra-congelado. Eu explico.
Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti… Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc.
Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano. Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras… fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras. Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar.
Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl.
Eu, às vezes penso: o que não poupávamos se Portugal tivesse mar. Boa Páscoa.
Nota: O autor escreveu esta crónica segundo os princípios da Sexta-feira Santa: só peixe, sem referências a carne. E algum vinho…
Notícias de Marca Branca
1. Preço da gasolina voltou a subir para um novo máximo histórico: já saiu o livro "1001 aumentos do preço da gasolina que tem de ver antes de morrer".
2. A linha de bitola europeia para Badajoz que o Governo quer construir não tem continuidade assegurada no outro lado da fronteira. A partir de Sines vai ser em bitola submarina. Proponho que seja tudo em bitola Flintstones .
3. Troika não descarta corte permanente de subsídios de férias e Natal em Portugal: a troika é eterna.
4. Bruxelas quer Vítor Gaspar com mais poderes: vai ser picado por uma aranha de Fukushima.
5. Marcelo Rebelo de Sousa, no comentário semanal na TVI, acusou António José Seguro de promover uma "golpaça" com a revisão dos estatutos do PS. Marcelo está a preparar uma golpaça na Casa de Bragança.
6. Portugal atinge 35,4 % de desemprego jovem - e isto é já com o factor incluído.
7. Novo recorde no preço da gasolina: 1,764 euros /litro. A nossa gasolina deve ser o Moët dos combustíveis. Deve ser Super envelhecida em cascos de carvalho. Queremos o preço da gasolina indexado ao site do governo!
"Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) demonstram que o Pingo Doce (da Jerónimo Martins) e o Modelo Continente (do grupo Sonae) estão entre os maiores importadores portugueses."
Porque é que estes dados não me causam admiração? Talvez porque, esta semana, tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco. Uma ONU do ultra-congelado. Eu explico.
Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti… Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc.
Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano. Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras… fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras. Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar.
Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl.
Eu, às vezes penso: o que não poupávamos se Portugal tivesse mar. Boa Páscoa.
Nota: O autor escreveu esta crónica segundo os princípios da Sexta-feira Santa: só peixe, sem referências a carne. E algum vinho…
Notícias de Marca Branca
1. Preço da gasolina voltou a subir para um novo máximo histórico: já saiu o livro "1001 aumentos do preço da gasolina que tem de ver antes de morrer".
2. A linha de bitola europeia para Badajoz que o Governo quer construir não tem continuidade assegurada no outro lado da fronteira. A partir de Sines vai ser em bitola submarina. Proponho que seja tudo em bitola Flintstones .
3. Troika não descarta corte permanente de subsídios de férias e Natal em Portugal: a troika é eterna.
4. Bruxelas quer Vítor Gaspar com mais poderes: vai ser picado por uma aranha de Fukushima.
5. Marcelo Rebelo de Sousa, no comentário semanal na TVI, acusou António José Seguro de promover uma "golpaça" com a revisão dos estatutos do PS. Marcelo está a preparar uma golpaça na Casa de Bragança.
6. Portugal atinge 35,4 % de desemprego jovem - e isto é já com o factor incluído.
7. Novo recorde no preço da gasolina: 1,764 euros /litro. A nossa gasolina deve ser o Moët dos combustíveis. Deve ser Super envelhecida em cascos de carvalho. Queremos o preço da gasolina indexado ao site do governo!
quinta-feira, 12 de abril de 2012
E LÁ VAMOS CANTANDO E RINDO...
Acabou o processo Portucale. Adivinhem a sentença? Todos os arguidos foram absolvidos. Se eu lá estivesse seria condenada, considerando que nem sei onde ficavam os terrenos e as árvores...
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