segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

E ASSIM SE ESCREVE UM TÍTULO NUM JORNAL NACIONAL

416 mil pessoas em agregados que ninguém tem emprego
por DN.ptHoje - 21.2

Este títutulo escrito numa coisa que não é português vem no Diário de Notícias de Hoje. Como não se trata de um erro de acordo ortográfico, calculo que os títulos passaram para a mão de estagiários da Novas Oportunidades

domingo, 20 de fevereiro de 2011

PERGUNTA PARA QUE GOSTARIA DE TER UMA RESPOSTA

1 . que teria feito a médica que passou o atestado ao Armando Vara se o mesmo lhe fosse exigido nas mesmas condições (sem doença, de forma agressiva e sem respeitar a ordem de chamada) por qualquer docente para justificar uma falta real por doença verdadeira?
2 . Qual a relação entre a exigência da rapidez do atestado e o facto do Vara ter de ir apanhar  um voo?
3. Que maleita terá sido anotada no texto do atestado?

QUEM ME RESPONDER A ESTAS PERGUNTAS GANHARÁ UM ROBALO

sábado, 5 de fevereiro de 2011

CONSEGUI! FOI DIFÍCIL MAS CONSEGUI!

Recebi da Caixa Geral de Aposentações (que é quem todos os meses me vai alimentando com o dinheiro que paguei ao longo de uma vida laboral) juntamente com  o extracto do IRS relativo a 2010, um aviso de que a partir de agora toda a papelada daquela Caixa vai ser substituída por avisos online pelo que todos os pensionistas terão de se registar no site da dita. E até falam do dinheiro que vão poupar com isso. Não tenho a menor dúvida que isso seria viável se o país estivesse preparado para ter os seus cidadãos todos  equiparados ao 12º ano após terem feito um curso de NO em Informática. Mas como o Snr.PM só se preocupou com as criancinhas, dando-lhes (?) Magalhães, e os velhos que se safem como puderem, estou em crer que só daqui a 50 anos esta medida estará generalizada pois só então os "magalhãesinhos" atingirão a idade de pertencer à dita Caixa, isto se ela não for sendo extinguida com a redução progressiva do que vai pagando. 
 Não tenho nenhuma licenciatura em Informática, nem sequer da Independente,  mas presumo de dominar a máquina. Por isso ontem decidi  fazer o meu registo pessoal. E quando pensava demorar escassos minutos, levei uma tarde inteira, dados os percursos pouco claros que tive que fazer. Quando já só me faltava a senha, que pedi e me enviariam por email, tive a surpresa de ter que repetir o pedido 3 vezes porque nenhuma das senhas enviadas funcionava. E entre o pedido, o aviso de espera, e a chegada de cada uma delas esperei sempre mais de 30m. Tentei pedi-la telefonicamente, mas, feito o contacto, fui obrigada a escolher a última das 9 opções que a voz vinda de Lisboa me ordenava. Quando pedi atendimento por um assistente fui informada que a linha estava bloqueada e que tentasse posteriormente. 10m depois voltei a tentar e a dita voz disse-me que o serviço encerrava às 16,30. Eram 16,35! Graças a Deus o serviço de informática parece encerrar mais tarde porque pelas 17 consegui finalmente uma senha válida.  A demorar todo o tempo que eu demorei, duvido que os pensionistas que sabem de informática consigam registar-se até no mínimo à próxima legislatura. Quanto aos que não sabem... Esses terão que esperar que alguém o faça por eles. Com a experiência que adquiri talvez abra uma agência de registos no site CGA. Assim poderia ressarcir o que me têm roubado todos estes anos.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

MAIS UM ESPINHO NA GARNANTA DE SÓCRATES

Todos quantos assistimos ao vivo e em directo à revolução dos Cravos e ao desabrochar de dezenas de partidos, deve lembrar-se de um - a AOC (Aliança Operário-Camponesa) - que pintava o seu símbolo em tudo quanto era muro e escrevia,em letras garrafais e vermellhas o seu chavão "AOC - um espinho na garganta de Cunhal". Já tinha metido esta frase  na minha caixa de memórias. Fui buscá-la estes dias quando ouvi as declarações do ministro Jorge Lacão a respeito da redução do nº dos paralamentares. Já não é o primeiro mas é mais um espinho na garganta do Sócrates (espinho que ele designa como opinião pessoal do dito ministro)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A DESGRAÇA DA GLOBALIZAÇÃO

Passei parte de minha vida sem utilizar o termo Globalização. Para mim essa era uma palavra que só existia nos dicionários e não me perturbava. A partir de uma determinada altura eis que a dita saltou para a nossa vida quotidiana e nela deixa a sua marca 24 horas por dia. Vestimos roupa espanhola que é feita na China ou na Índia, no Cairo vende-se bijuteria local fabricada entre nós,  nas ruas de Roma, Paris, Londres, Tóquio, Nova Iorque, fazem-se compras nas mesmas boutiques que existem nos nossos Shoppings. Mas a isto até acho uma certa piada. O que não me dá vontade nenhuma de rir é ir meter gasolina e todos os dias o preço muda (normalmente para cima). E isso acontece por causas que nada têm a ver com este cantinho à beira-mar plantado. Explode uma plataforma petrolífera no Golfo do México, e lá aumentam uns cêntimos... há uma crise na Arábia... e lá vão mais outros. E quando já estava a pensar que o preço do petróleo não aumentava mais este mês... o Egipto entra em revolução, que prometia ser como a dos cravos, pá, e lá vão subir os preços de novo.
Maldita globalização... Que saudades do tempo em que os ovos vinham mesmo da nossa capoeira, o leite era trazido pela leiteira num caneco e o pão era feito da farinha dos nossos cereais... Não havia grande quantidade, é verdade, mas assim tudo era aproveitado, nada se estragava e os preços mantinham-se por períodos bem mais longos!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

AVANÇA A DISPONIBILIDADE DE RUI RIO PARA AJUDAR A FAZER REFORMAS PROFUNDAS

O social-democrata Rui Rio afirmou-se ontem "mais do que disponível" para ajudar a fazer as "reformas profundas" que considera que o regime político precisa. Numa cerimónia evocativa do Centenário da República, o actual presidente da Câmara do Porto, tido como um putativo candidato à liderança do PSD, alertou para o perigo da democracia "sucumbir".

Tal como aconteceu com a monarquia, a Primeira República e o Estado Novo, "este regime, se não for reformado, também sucumbe", alertou. O autarca considerou que "contradições" e "promessas" não-cumpridas são sempre os factores que levam à queda dos regimes, mas frisou que não se referia a José Sócrates.
Rio alertou para o facto de que as reformas não agradarão a todos, porque "é evidente que vão chocar com interesses instalados". V.R. com Lusa
In Público de 1.2.2011